Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Olímpia-SP - Home Page
 
  Olímpia-SP, Sexta-Feira, 22 de Junho de 2018
 
  Página Inicial
  Quem Somos
  Palavra do Presidente
  Diretoria
  Editais
  Atas
  Previdência
  Estatuto
  Legislação
Juridico
  Prestação de Contas
  Convênios
  Notícias
  Filie-se
  Links Úteis
 

Fale Conosco

 
 
Convênios e Parcerias  
 
Notícias
 
OIT aponta estagnação dos salários no mundo - Sindicato dos Servidores Pblicos Municipais de Olmpia-SP
OIT aponta estagnação dos salários no mundo
05/12/2014

 

O crescimento mundial dos salários estagnou e continua inferior às taxas de antes da crise, mas a diferença de remuneração entre economias emergentes e desenvolvidas está diminuindo, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). No "Relatório Mundial Sobre Salários 2014-2015", a OIT descreve o mercado de trabalho como em estado de desordem em vários países, e fala de "enorme desafio" para a absorção de 199,4 milhões de desempregados atualmente e a integração de 395,7 milhões de novos trabalhadores na próxima década. A organização considera que a expansão dos salários está longe de recuperar a taxa de 3% anual de antes da crise. Em 2013, o aumento de pagamentos foi de 2%, em queda em relação a 2,2% no ano anterior. E o essencial da alta modesta deve-se quase integralmente às economias emergentes do G-20. Nos países desenvolvidos, o salário médio real estagnou ou caiu. Na Espanha, Itália, Grécia, Irlanda, Japão e Reino Unido a remuneração média em 2013 foi inferior a seu nível de 2007. Ao mesmo tempo, a produtividade do trabalho (o valor de bens e serviços produzidos por pessoa empregada) superou o crescimento salarial nas maiores economias, principalmente Estados Unidos, Alemanha e Japão. Isso resulta em baixa na parte da remuneração do trabalho no PIB. Nos emergentes, essa parte aumentou na Rússia, mas diminuiu na China, México e Turquia. A organização constata uma lenta convergência de salários médios de economias emergentes e em desenvolvimento com os de países ricos. Na Ásia, os salários reais subiram 143% desde 1999, enquanto nos países desenvolvidos, só 6,3% e na América Latina, 18%. A Ásia começou de uma base muito baixa. As diferenças de remuneração ainda são substanciais. Nos EUA, o salário mensal médio, medido em PPC (paridade de poder de compra), é de US$ 3.000, comparado a US$ 613 na China e US$ 215 na Índia. Mas a OIT diz que essas cifras também mostram que a diferença antes era muito maior. Em termos reais, os salários subiram globalmente, mas muito mais nos emergentes. Contudo, a remuneração média mensal nas economias desenvolvidas em 2013 era de US$ 3 mil em PPC, três vezes maior que nos emergentes. O salário médio mundial mensal é estimado em US$ 1.600. O relatório traz uma análise sobre tendências recentes de desigualdade de renda de famílias e o papel dos salários. Nas economias desenvolvidas, os salários representam de 70% a 80% da renda da família. Nos emergentes, varia de 50% a 60% em México, Rússia, Argentina e Brasil. A constatação é que as desigualdades aumentaram recentemente em países como os Estados Unidos e a Espanha, tendo a baixa salarial como um dos fatores dominantes. Onde as desigualdades diminuíram, como no Brasil, na Argentina ou na Rússia, os salários e a criação de emprego tiveram papel central para reduzir as desigualdades.

 

 

 
Mais Notícias     
 
 
Filie-se agora!
 
Transparência - Prestação de Contas
 

 
Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Olímpia
 
 
 
Endereço
Rua Sete de Setembro, nº 456, Centro
CEP: 15400-000 - Olímpia-SP
 
 
 
 
 
Fale Conosco